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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ainda há natureza intacta no Brasil

Objetivos
Examinar os fatores determinantes para a definição de uma área de proteção ambiental
Introdução
Comemore com a turma: ainda há santuário ecológico ao norte do equador. Ele está no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, entre o Amapá e o Pará. Acredita-se que ali se encontre a área de maior biodiversidade no planeta. VEJA relata as aventuras e expectativas dos exploradores que se embrenharam nessa região praticamente inacessível, reproduzindo, de certa forma, as grandes expedições dos séculos XIX e XX. Esse imenso território de 3,8 milhões de hectares faz parte do Corredor da Biodiversidade do Amapá, uma área de proteção que inclui vários tipos de ecossistemas. O tema suscita boas discussões e um interessante passeio teórico e ambiental pelo Estado que mantém intactos 96% de sua cobertura vegetal original.

Explique que a Convenção da Biodiversidade - ocorrida em 1992 - determinou que os 156 países signatários devem criar um sistema de unidades de conservação como principal estratégia para cuidar desse patrimônio. Essas áreas protegidas fazem parte da conservação in situ, ou seja, no próprio local de ocorrência. Mas, para as organizações de defesa do meio ambiente, o número e o tamanho dessas unidades de conservação são insuficientes. Pergunte qual o tamanho ideal de uma unidade de conservação. Esclareça que definir essas dimensões pressupõe um entendimento das dinâmicas ecológicas.

Atividades
Destaque alguns aspectos da região em que se situa o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. A floresta tropical densa domina a maior parte do cenário, ocupando solos de fertilidade geralmente baixa, denominados latossolos vermelho-amarelos. Essa mata se estende pelos terrenos mais movimentados, passa pelos relevos dissecados e residuais e coloniza também os relevos ondulados. Junto aos principais cursos d’água, é substituída pelas florestas aluviais. Nos solos mais pobres ou rasos, a floresta de grande porte cede lugar à vegetação mais baixa, incluindo arbustos e gramíneas nos afloramentos rochosos. Nos morros do tipo "pão-de-açúcar", a cobertura vegetal é esparsa. Ali predominam bromeliáceas e cactáceas.

Oriente os adolescentes a perceber nessa descrição a relação intrínseca entre os elementos que compõem a paisagem no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque. Tal ligação determina a existência de grande diversidade, com vários ambientes que abrigam uma fauna dependente de toda essa riqueza biológica para sobreviver.

Explique que essa unidade de conservação se conecta a outras áreas por meio de um corredor de biodiversidade. Ali estão incluídos dois parques nacionais, uma reserva de desenvolvimento sustentável, três estações ecológicas, três reservas biológicas, uma reserva extrativista, uma área de proteção ambiental e uma floresta nacional, além de quatro terras indígenas. Considera-se que a constituição de um mosaico com as unidades de conservação alternadas a outras formas de manejo e uso do solo crie o "continuum" necessário para a conservação. Essa é uma das questões primordiais com relação ao manejo de uma unidade de conservação: ela não deve ser pensada de forma isolada, mas no conjunto da paisagem que a engloba.

Portanto, o manejo de uma unidade de conservação deve ser realizado tanto dentro de seus limites quanto na projeção externa de suas relações com o entorno. Conte à garotada. Peça que os alunos identifiquem as principais diferenças entre as várias categorias de unidades de conservação que compõem o Corredor do Amapá no Sistema Nacional de Unidades de Conservação. Ensine que, segundo os ambientalistas, o Brasil é um país megadiverso. Será que a quantidade de unidades de conservação existentes hoje em nosso território é significativa a ponto de representar sua biodiversidade?

Qual seria o objetivo principal de um corredor que englobasse diversas categorias de unidades de conservação? Como será possível preservar a biodiversidade do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque?

Para saber mais
É bom destacar que diversidade biológica é muito mais do que diversidade de espécies. Há dois níveis básicos de diversidade da vida: variações genéticas em uma mesma espécie e diferenças entre espécies. Mas esses dois níveis não definem completamente o que é biodiversidade. Ao manifestar-se na natureza, as espécies combinam-se com outras, exigindo classificações não só sobre grupos de espécies, mas também sobre os ambientes físicos que criam - ecossistemas, habitats, biomas etc. No que se refere ao meio ambiente, os níveis de definição são exigidos pelas diferenças de escala geográfico-espacial. Assim, a definição de diversidade biológica deve contemplar esses dois aspectos do fenômeno.

Mencione os níveis de definição da diversidade biológica:
Diversidade genética - Variabilidade intra-específica de genes tanto de uma espécie ou subespécie como de uma variedade ou um híbrido.
Diversidade de espécies - Variação das espécies existentes sobre o planeta. É medida nas escalas local, regional e global.
Diversidade de níveis taxonômicos superiores a espécie - Variação de gêneros, famílias, ordens etc. numa determinada localidade.
Comunidade - Número de organismos de diferentes espécies que coexistem num mesmo hábitat, vinculados por relações espaciais.
Diversidade de ecossistemas - Comunidade de organismos em seu ambiente interagindo como unidade ecológica, como nas matas de galeria e de várzea, na restinga, nos mangues...
Diversidade de biomas - Regiões biogeográficas definidas por formas de vida distintas e por espécies principais (caatingas, cerrados, floresta tropical etc.).
 

Para ir mais longe
Ecossistemas variados

No mapa, as linhas tracejadas mostram os contornos do Corredor da Biodiversidade do Amapá, que representa mais de 50% da área do Estado. Entre as Guianas, o rio Amazonas e o oceano Atlântico, esse território é o maior corredor ecológico do país e abriga vários tipos de ecossistemas - mangues, cerrados, florestas tropicais, florestas de altitude e terras alagadas.
Veja também:
Internet
O texto da lei que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação está disponível na página do Ministério do Meio Ambiente www.mma.gov.br/port/sbf/dap/doc/snuc.pdf

fonte: revista escola

Preservar também é coisa de criança

Nirvânia e as crianças de pré-escola no lixão: mostrando a vida real. Foto: Canindé Soares
A questão ambiental está em alta por uma razão simples: necessidade de sobrevivência. Quanto mais cedo o tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na pré-escola. O objetivo definido pelo Referencial Curricular Nacional é observar e explorar o meio ambiente com curiosidade, percebendo-se como ser integrante, dependente, transformador e, acima de tudo, que tem atitudes de conservação.

Veja o exemplo da professora Nivânia Félix dos Santos, da Escola Municipal Ausônio Araújo, de Currais Novos, a 196 quilômetros de Natal, que implantou um projeto sobre o tema no ano passado. "A natureza dá condições para a sobrevivência do homem", explicou. "Por isso a necessidade de mostrar como preservar e minimizar a ação negativa."
Síntese do trabalho
Tema: Cuidados com o meio ambiente

Objetivo: Apresentar a natureza com suas belezas, curiosidades e fragilidades. Mostrar lados negativos e positivos da ação do homem e valorizar a preservação

Como chegar lá: Levante o conhecimento inicial da turma. Esse passo revela a direção que o trabalho deve tomar. Para que eles entrem em contato com o mundo real, leve-os para aulas-passeio. Todas as observações devem ser registradas em escritos e desenhos. Prepare uma passeata ecológica com todo o material produzido. Em uma conversa posterior, veja que conceitos foram ampliados. Por fim, confronte os conhecimentos prévios com os atuais

Dica: Para falar sobre Educação Ambiental com crianças é importante abordar assuntos que produzam resultados ao alcance delas. Um bom exemplo é cultivar uma horta e depois comer as verduras e os legumes plantados
Apresentação do tema
O trabalho começou com uma roda de conversa. A professora potiguar levou para a classe imagens que ilustram o assunto. Nesse momento já foi possível perceber que a atividade não se esgotaria ali. "Essa é uma questão que todo professor quer abordar, mas não sabe por onde começar", explica Andréa Diniz, do Núcleo de Educação Infantil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Esse projeto prova que as crianças se interessam pela temática e chegam a formar suas próprias opiniões."

A curiosidade das crianças incentivou a continuidade e Nivânia preparou uma aula-passeio nos arredores da escola. O objetivo era observar a quantidade de lixo jogado nas ruas. Aqui fica registrado a importância dessa ação, pois em atividades desse tipo mostram o mundo real. "Ela poderia ter feito essa apresentação usando livros e fotos, mas preferiu mostrar a realidade", avalia Andréa. Na volta, já em sala, a garotada registrou o que viu em desenhos e escritos.

No dia seguinte, Nivânia fez uma comparação entre a situação das ruas e a do pátio. Era comum a sujeira após o lanche. Saíram, então, pelos corredores limpos antes do recreio apenas para observar. Na hora do intervalo, todos lancharam e aí veio a segunda parte. A professora pediu que eles notassem como o espaço tinha ficado sujo. Ela dividiu a turma em grupos e organizou uma competição. Distribuiu luvas, máscaras, sacos plásticos e pediu que fizessem a coleta.

O lixo recolhido foi levado para a classe. "Nesse momento pude trabalhar a seleção de materiais", lembra-se Nivânia. Entre a sujeira havia papel, plástico e alumínio. As crianças fizeram uma poesia e a ilustraram. A educadora pediu que eles pesquisassem mais sobre a coleta da cidade.

As crianças descobriram que todo o lixo de Currais Novos ia parar no lixão. E por que não ir até lá? Foi o que fizeram. Em mais uma aula-passeio as crianças conheceram catadores, alguns tão pequenos quanto eles, e os entrevistaram. Na sala, construíram uma maquete com sucata que simbolizava o local.

Outros tipos de poluição 
Nirvânia e as crianças de pré-escola no lixão: mostrando a vida real
Primeira etapa cumprida. Era hora de falar sobre a importância da água e, para isso, mais aula-passeio. Na primeira, ao rio São Bento, o foco eram as condições do local, que recebe todo o esgoto da cidade. "Eles ficaram incomodados com os restos de alimentos, animais mortos e utensílios que viram", constata Nivânia. Na sala, nova produção de textos. Na segunda saída, a turma foi ao povoado de Totoró conhecer um dessalinizador, que torna potável a água subterrânea, em geral imprópria para o consumo por causa do alto índice de sais. Na região Nordeste essa prática é comum em função da seca.

Para falar sobre a poluição do ar, Nivânia programou uma visita à Cerâmica Currais Novos Ltda. Antonio Izidorio, gerente do estabelecimento, mostrou o processo de fabricação de telhas e tijolos. Duas coisas incomodaram. A primeira foi a grande quantidade de madeira utilizada para manter acesos os fornos que secam a produção e; a segunda, a fumaça que sai pelas chaminés.

O educador ambiental Marcelo de Queiroz Telles garante que o passeio à olaria, como forma de mostrar esse tipo de poluição, foi um bom exemplo. "Na verdade, qualquer fumaça representa isso", afirma Telles. Nivânia acertou quando foi à cerâmica, mas é preciso esclarecer que, independentemente dos prejuízos ao ar, a empresa também traz benefícios, como empregar pessoas que dependem dessa atividade para viver e fabricar produtos importantes para o ser humano. "Não se pode deixar a impressão de que a empresa é a única vilã", explica Telles. Nesse caso, é importante mostrar outras maneiras de aquecer os fornos. "É interessante fazer um exercício de listar formas de produção menos poluentes."

Depois dessa experiência, as crianças produziram desenhos e escritos e ainda discutiram o desmatamento e suas conseqüências. Nivânia reforçou a importância de preservar a natureza e direcionou o trabalho para um fechamento. Reuniu todo o material produzido e organizou uma passeata ecológica. "As pessoas na rua paravam para ver a manifestação", lembra-se a diretora Rita do Carmo Bezerra Cruz Dantas. Na volta, apresentaram um teatro aos pais. "Mesmo que a comunidade não seja envolvida em todas as etapas do trabalho, é importante que participe da finalização, porque ela toma conhecimento do trabalho", avalia Andréa.

É bom ressaltar que Nivânia valorizou todas as brincadeiras e a expressão por meio de diferentes linguagens, como desenhar, cantar, dramatizar e escrever, que são essenciais na Educação Infantil. "Sem dúvida, esse trabalho tem muitos méritos, mas é necessário tomar alguns cuidados", alerta Andréa. "Não é preciso contemplar tantos assuntos, pois isso pode cansar." Outra coisa que faltou foi levantar o conhecimento prévio das crianças, para compará-lo com o posterior. "Essa etapa traz informações preciosas que garantem uma avaliação eficaz."

O trabalho, sem dúvida, contribui para a formação de uma consciência ecológica infantil. E isso está mais que provado, pois eles conseguiram resolver problemas que lhes foram propostos. "Agora a sujeira do recreio é menor e todos incentivam a limpeza", garante Rita do Carmo.
Uma aula-passeio ao redor da escola para observar a quantidade de detritos jogado nas ruas: constatação de desrespeito
Após a hora do lanche, a garotada sai recolhendo embalagens jogadas no chão: cooperação com a limpeza do espaço em que vivem
Em sala, todos participam da seleção do material coletado: separação de plásticos, papéis e latas de alumínio
A turma visita uma das olarias da cidade, que queima muita madeira para secar a produção: bom exemplo para demonstrar a origem da poluição do ar
Para conhecer meio ambiente
O professor em geral resiste a abordar qualquer assunto que não domine. Educação Ambiental é um deles. "Não é necessário, porém, ter um grande conhecimento sobre a natureza para falar sobre ela", garante o educador ambiental Marcelo de Queiroz Telles. "É preciso, sim, o básico para criar habilidades e ter a capacidade de compartilhar o saber."

Telles lista uma seqüência pela qual o docente deve passar antes de qualquer ação em sala:

Sensibilização — uma pessoa só consegue parceiros se estiver sensibilizada. Isso pode ser feito por meio do lúdico. Além de ser uma forma prazerosa de aprender, atinge tanto crianças quanto adultos;

Informação — o conhecimento inicial pode ser adquirido em palestras, materiais impressos e sites;

Mudança de comportamento — é fundamental mudar as atitudes, pois não convence uma pessoa ter um bom discurso sobre a importância da água, por exemplo, e continuar escovando os dentes com a torneira aberta;

Incentivo — é muito difícil trabalhar sozinho e sem o apoio dos colegas. Se a iniciativa não for de cima para baixo, ou seja, da direção para o corpo docente, é uma boa oportunidade para sensibilizar e despertar em todos o interesse por participar;

Estratégia — o professor deve escolher um caminho, ou seja, selecionar um assunto (água, lixo, desmatamento, ar) e uma forma de trabalhá-lo.

É importante ter claro que essa atividade não deve se limitar a datas comemorativas, como o Dia da Árvore. "É preciso fazer já, pois o planeta não suporta mais o modelo atual de desenvolvimento. Ele é insustentável", afirma Telles. "Essa é uma responsabilidade não só dos ecologistas, mas de cada um de nós, cidadãos e educadores."

fonte:revista escola

CALENDÁRIO ECOLÓGICO

CALENDÁRIO ECOLÓGICO

Datas comemorativas podem ser boas oportunidades para a realização de eventos de Educação Ambiental. Cada data tem sua simbologia: elas nos lembram de grandes desafios ambientais e também de pequenas grandes conquistas da humanidade em busca da sustentabilidade, conforme quadro a seguir:
Mês Dia Comemoração
Janeiro 01 Dia Mundial da Paz/Confraternização Universal
11 Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos


 
Fevereiro 02 Dia Mundial das Zonas Úmidas
06 Dia do Agente de Defesa Ambiental
22 Dia da Criação do IBAMA


 
Março 01 Dia do Turismo Ecológico
14 Dia Mundial de Luta dos Atingidos por Barragens
19 Dia da Escola
21 Início do Outono
21 Dia Florestal Mundial
22 Dia Mundial da Água
28 Dia Estadual da Consciência Ecológica – ES Lei 9267/09


 
Abril 07 Dia Mundial da Saúde
15 Dia Nacional da Conservação do Solo
19 Dia do Índio
22 Dia do Planeta Terra
23 Dia do Escoteiro
28 Dia da Caatinga
28 Dia da Educação


 
Maio 03 Dia do Solo
03 Dia do Pau-Brasil
05 Dia Mundial do Campo
07 Dia Mundial da Saúde
08 Dia Mundial das Aves Migratórias
18 Dia das Raças Indígenas da América
22 Dia Internacional da Biodiversidade
27 Dia Nacional da Floresta Atlântica


 
Junho 31/05
a
05/06
Semana Nacional do Meio Ambiente
05 Dia Mundial do Meio Ambiente
05 Dia da Ecologia
08 Dia dos Oceanos
17 Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca
21 Início do Inverno


 
Julho 08 Dia Nacional da Ciência
17 Dia de Proteção às Florestas
25 Dia do Colono
28 Dia do Agricultor


 
Agosto 05 Dia Nacional da Saúde
09 Dia Internacional dos Povos Indígenas
09 Dia Interamericano de Qualidade do Ar
14 Dia do Combate à  Poluição
27 Dia da Limpeza Urbana


 
Setembro 05 Dia da Amazônia
11 Dia do Cerrado
16 Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio
16 Dia Internacional para a Prevenção de Desastres Naturais
17 Dia da Compreensão entre os Homens
18 Dia Mundial de Limpeza do Litoral
19 Dia Mundial pela Limpeza da Água
21 Dia da Árvore
22 Dia da Defesa da Fauna
22 Dia da Jornada “Na Cidade Sem Meu Carro”
23 Início da Primavera


 
Outubro 04
a
10
Semana da Proteção à Fauna
04 Dia Mundial dos Animais
04 Dia da Natureza
05 Dia Mundial do Habitat
12 Dia do Mar
15 Dia do Educador Ambiental
15 Dia do Professor


 
Novembro 05 Dia da Cultura e da Ciência
09 Dia do Urbanismo
20 Dia da Consciência Negra
23 Dia Mundial sem Compras
24 Dia do Rio
30 Dia do Estatuto da Terra


 
Dezembro 05 Dia do Voluntário
07 Dia do Pau Brasil
10 Dia Universal dos Direitos Humanos
21 Início do Verão
29 Dia Mundial da Biodiversidade
31 Dia da Esperança
A Educação é um processo que dura toda a vida, por isso os eventos devem estar contextualizados: isoladamente cada data tem o seu valor, porém a sua comemoração isolada não caracteriza um processo educacional. Temos em vista uma educação emancipatória, comprometida com a cidadania e que promova o sentimento de pertencimento e de valorização da vida. Assim sendo, entendemos que os eventos devem ser organizados para contribuir para esse objetivo maior.
A Gerência de Educação Ambiental organiza eventos específicos e apóia vários outros, seja através de seus pólos de Educação Ambiental, seja através de apoio técnico a iniciativas de comunidades ou grupos comprometidos com a Educação Ambiental em nosso estado.

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